Posts com Tag ‘Vazio’

Risco x Apatia

Taí um livro que parece ser interessante: “A Certain Risk” (Um Certo Risco), escrito por Paul Richardson.

Nele, o autor procura mostrar e inspirar o leitor a sair da apatia e buscar soluções criativas para as complexidades do mundo que o cerca. Coisas que Richardson, que mora hoje no maior país muçulmano do mundo, procura aplicar em seu dia a dia enfrentando as dificuldades em uma cultura totalmente diferente do ocidente. O livro ainda não tem previsão de lançamento aqui no Brasil. De qualquer forma, fica aí a dica para quem gosta de garimpar livros estrangeiros.


by Hudson Parente

Sexo sem Vergonha


Quer falar sobre sexo? Ouvir sobre sexo?

“Sexo sem Vergonha” no P242 neste domingo, ás 10:00hs e ás 17:00hs.

SsV

by Hudson Parente


Minhas Verdades,

Meu Mundo.1

Meu mundo

“Questão de sobrevivência

Quem falou em decência?

Passo por cima pra ninguém me atropelar”


trecho de “Mondo Muderno” de Jay Vaquer


Há alguns dias atrás ouví a notícia de que um político brasileiro tem fortuna avaliada fora do Brasil em mais de U$200 milhões. Isso está em dólares… dá pra acreditar? Como um ser humano pode ser capaz de roubar do seu próprio povo… tanto em prol de sí mesmo? Ainda mais num país como o nosso cheio de tanta fome e miséria? Como?? Pra que tanta grana? Decência? Quem falou nela…

“O ser humano não sabe ser humano.”

Enquanto muitos não tem para sobreviver outros vivem em seu mundo isolado, suas verdade manipuladas, consciência cauterizada e morta para além do “eu”…

Mas não é essa a mentalidade que domina? `Antes que alguém me atropele, eu passo por cima. Não interessa quem, o que interessa é minha vida, minha família, minhas ambições. Minha sobrevivência.`

Charlie Chaplin disse:

“A coisa mais triste que posso imaginar é se acostumar com o luxo”.

Estamos nos acostumando com mais do que precisamos; `Meu mundo, minhas verdades`. Muito mais do que apenas sobrevivência…

Talvez esteja mais do que na hora de voltarmos à essência… à Fonte…


by Hudson Parente

Ilha


“Nenhum homem é uma ilha, completo em sí mesmo. A morte de qualquer homem me diminui, porque eu estou envolvido na humanidade.”

John Donne

Ilha

Acho interessante lembrarmos que não fomos criados para viver somente para nós mesmos. Quando buscamos apenas nossos próprios interesses, encontramos no final o vazio… comemoração incompleta, sem ninguém para compartilhar. Relacionamento é a base da vida do ser humano. Não somos o umbigo do mundo… podemos ser os dedos do servir; afinal, somos parte de um todo. “Um homem só começa a viver, quando começa a servir.” Pensar além de nós…

Somos mais importante do que nós mesmos…

(coletivo X indivíduo)

Ainda ontem, o Sandro citou uma frase que diz: “Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros.”

Talvez essa simples frase seja a receita para uma vida melhor… podermos agir pensando em que nossas ações podem ser úteis para os outros. Ouvir mais, conversar mais, comprender mais, perdoar mais, amar mais… realmente amar. Importar-se com os interesses dos outros…

Viver uma vida significativa no mundo…. pois ao invés de ilhas que pensam ser o centro de tudo, somos parte de uma beleza maior, coletiva… como milhões de pixels… que juntos podem formar as mais belas imagens… reflexos do Criador…

 

by Hudson Parente

Crianças Invisíveis

sunday

Assistimos pela segunda vez Sunday: The Story of a Displaced Child“. Este é mais um documentário da organização sem fins lucrativos Invisible Children, que surgiu depois de 3 jovens irem para a África em busca de uma história e acabarem criando o documentário Invisible Children: Rough Cut (no link, assista ou baixe o filme em inglês) – mostrando imagens extremamente tristes como vermos centenas de crianças amontoadas dormindo literalmente umas em cima das outras; onde o normal é terem uma refeição por dia; crianças obrigadas a carregar armas, lutar e serem forçadas a matar…

Com a repercussão do primeiro filme, a organização Invisible Children foi criada para despertar pessoas a se envolverem e ajudarem crianças do continente africano afetadas pela guerra, fome e o esquecimento por parte do mundo todo. Em “Sunday”, um dos rapazes fundadores volta para Uganda para passar 10 dias num campo de refugiados, experimentando o que as crianças vivem no dia a dia. Impressionante ver o que tantas vezes não queremos ver ou não buscamos conhecer. A tristeza é quase que palpável nos olhares das crianças que, em sua maioria, perderam seus pais para a guerra. A inocência da infância perdida… a oscilação entre momentos de alegria e as profundas marcas do sofrimento interno… ouvir de uma criança que é melhor morrer do que sobreviver desta forma…

Para conhecer mais, visite os links:

Invisible Children Brasil

Invisible Children YouTube – vídeos com legenda em português

  Sempre podemos fazer algo; mais do que se comover, o desafio é de se mover…


by Hudson Parente